Marcus Rissel

Foi CEO em multinacional de consumo, operação de energia e no negócio que ele mesmo criou, P&G, Enel e Natura no repertório. Três contextos, a mesma solidão de quem assina embaixo. Aprende um mercado novo rápido e decide dentro dele.

Salvator Haim

Engenheiro que virou dono. Comprou uma pequena empresa de máquinas de limpeza, levou à liderança do setor e depois a vendeu para a Tennant Company. Passou 14 anos como membro Vistage antes de ser Chair. Sabe o que o dono não diz sozinho.

Luís Garcia

Foi CEO em multinacionais como BYD e Skanska e também empreendeu por conta própria, em energia renovável e infraestrutura. Viveu as duas ansiedades: a de quem responde a um conselho e a de quem responde pelo próprio bolso.

Frederico Wickert

Trabalhou em empresa familiar, multinacional, companhia aberta e estatal — Saraiva e Ediouro entre elas. Vem de finanças e foi chamado para reestruturar negócios em crise. Sabe reconhecer quem manda de verdade em cada arranjo.

Luiz Paulo Ferrão

Trouxe a Vistage para o Brasil em 1996. Engenheiro com doutorado no MIT, presidiu a Ferro Enamel por 16 anos e foi CEO da Degussa. Entendeu liderando multinacionais que equipe não se calcula — e trabalha com essa variável desde então.

Flávio Itavo

Vinte anos recuperando empresas em crise e dos dois lados da mesa em M&A. Antes disso, dirigiu operações na Danone, Bunge e Coty. Enxerga cedo quando um negócio precisa de conserto e quando precisa de outro desenho.

Antônio Mamede

Presidiu companhias em metalurgia, construção e engenharia — ThyssenKrupp e Volkswagen do Brasil entre elas. Reconhece na empresa do outro o problema que já viu resolvido em outro lugar, por um caminho que ninguém ali cogitaria.

Paulo Melo

Mais de 50 anos em IBM, Ford e Serasa, do estágio à diretoria. Conheceu a operação por dentro antes de decidir sobre ela. Traz ao grupo a leitura de quem sabe que estratégia só vira resultado quando o time se move junto.